Nos
primeiros meses de vida, o bebê ainda não é capaz de fazer uma relação entre as
emoções que experimenta e o que podem significar. O bebê depende totalmente de
sua mamãe para sentir-se compreendido e atendido nas suas necesidades básicas.
Quando ele está incomodado ou vive alguma tensão, é sua mãe que identifica a
origem do mal estar e lhe oferece alívio necessário para que seu equilíbrio
seja recuperado.
A
repetição constante dessas experiências é o que possibilita o desenvolvimento
da capacidade de pensar do bebê. Esta situação se dificulta quando o bebê
apresenta um transtorno, parcial ou total, em seu aparelho auditivo. Quando
chora, o bebê não poderá tranquilizar-se porque não chegará a ouvir a voz de
alento da mãe. Isso pode gerar sentimentos de insegurança, de abandono, e fazer
com que o bebê não se sinta correspondido pelos pais, ou que se sinta distante
deles. Nesta fase, dos bebês, é muito difícil detectar uma deficiência
auditiva.
Como
posso saber se meu filho ouve bem
Segundo
alguns especialistas, a surdez é mais facilmente detectada somente a partir dos
2 ou 3 anos. Quando se trata de uma criança, é mais cômodo notar alguma
dificuldade nesse sentido, já que este problema pode alterar seu comportamento.
Ela deixará de responder quando seus pais a chamam, pedirá que aumentem o
volume da televisão, do aparelho de música, e isso também influirá no seu
trabalho do colégio, como também em sua conduta. Se mostrará mais reservado,
excluído, porque se sentirá inseguro.
Existem
alguns sinais e situações nas que os pais podem suspeitar quando alguma coisa
não vai bem com a audição do seu filho: Exemplos:
1- Quando
o bebê recém-nascido não mostra sobressalto nem se desperta diante de qualquer
ruído do ambiente;
2- Quando
os bebês e crianças fazem muito barulho durante os jogos;
3- Quando
um bebê, de mais de 3 meses, não vira ao chamá-lo;
4- Quando
um bebê de aproximadamente 1 ano não inicia linguagem;
5- Quando
uma criança, no seu primeiro ano de vida, não balbucia nem responde aos sons
nem às chamadas normais em uma família;
6- Quando
uma criança, de 2 anos de idade, ainda não diz papai nem mamãe;
7- Quando
uma criança, aos 2 anos de idade, atende somente às ordens simples e básicas,
sem olhar a quem as produz;
8- Quando
uma criança, de 3 anos de idade, não diz palavras, mas emite ruídos que não se
entendem;
9- Quando
uma criança, aos 3 anos de idade, não é capaz de repetir frases com mais de
duas palavras;
10- Quando
uma criança, aos 4 anos de idade, não sabe nos contar o que acontece;
11- Quando
um menino, aos 5 anos de idade, ainda fala como bebê;
12- Quando
uma criança é muito passivo e não incomoda;
13- Quando
uma criança pronuncia mal as letras: R, S, D, L, J, e T;
14- Quando
o bebê seja demasiadamente tranquilo;
15- Quando
o bebê não se altera diante de ruídos inesperados.
Conteúdo interessante para sabermos o que esperar ao interagir de forma sonora com uma criança.
ResponderExcluir